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Publicado em 6 de outubro, 2016 | por Centro Paz e Amor

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Chico Xavier e sua diarista

Mediunidade é a faculdade humana pela qual se estabelecem as relações entre homens e espíritos. É uma faculdade natural, inerente a todo ser humano, e por isso não é privilégio de ninguém. Todos a possuímos. Em certas pessoas mais sensíveis à influência espiritual, a mediunidade se apresenta de forma mais ostensiva, enquanto que, em outras, ela se manifesta em níveis mais sutis.

Amplamente estudada de forma séria e precisa por Allan Kardec, ela se apresenta em diversos aspectos: Vidência, Audiência, Psicografia, Psicofonia, Intuição, dentre outras. Mas, como todas as coisas que se desenvolvem com o passar do tempo, com a mediunidade não poderia ser diferente.

Conheci uma senhora, cristã, e de certa forma um pouco ingênua no que diz respeito à sua religião. Trabalhava como diarista em nossa residência, e certa feita escutando uma de minhas conversas com um amigo, também trabalhador da seara espírita, acerca dos fenômenos mediúnicos, nos perguntou:

– Seu Cesar, o senhor é Espirita?

– Sim senhora, respondi alegremente, como todo bom espírita.

– É… esse negocio de espírito “né” comigo não. Ela concluiu.

Na semana imediatamente posterior, ela me indagou:

– Seu César, posso te confessar uma coisa?

– Pois não D. Vera, fique à vontade…

– Eu… eu… já vi dois espíritos nesta casa…

E continuou:

– Médium é aquele negócio igual a Chico Xavier?

– Sim, igualzinho ao Chico Xavier…

– Graças a Deus! Ela concluiu com um suspiro.

Confesso que fiquei perplexo diante dessa confissão, não pela “vidência” de D. Vera, mas pela circunstância, inclusive, por conta da religião que abraçava, e nos trazendo uma questão desta natureza. Enfim, retomei minhas atividades.

No sábado seguinte, o caso tomou proporções “bíblicas”:

– Seu César, vou te contar uma coisa, mas não precisa acreditar em mim. Acredite em Deus.

– Claro, até mesmo porque sem Ele nada é possível. Pode falar D. Vera…

– Ontem de madrugada meu celular tocou, tomei um susto danado, quem podia ser naquela hora? Quando fui atender vi que saía uma fumaça branca e grossa do bicho. Fiquei com medo, mas mesmo assim toquei nele e vi não era fogo porque tava gelado, aí fiquei mais aliviada. Só que quando reparei direito, vi a imagem de Chico Xavier no ‘vidro’ do celular e o medo voltou com tudo, seu Cesar, fiquei toda arrepiada. Joguei o bicho no chão e ele parou de tocar… pensei, ‘isso não é coisa de Deus, não…’, mas também do Diabo não podia ser, porque era seu Chico… o que faço, seu Cesar?

– Bem D. Vera, já que o Chico tem seu numero, ele deve ligar novamente, até mesmo porque da primeira vez a senhora não o atendeu. Eu não perderia esta oportunidade por nada nesse mundo. Então, por favor, da próxima vez atenda, e dê meu número a ele, preciso muito falar com aquele abençoado…

– Não senhor! Se quiser deixo o celular contigo e o senhor mesmo o atende! – Respondeu de forma decidida e um tanto preocupada com o quê estava por vir.

Particularmente, achei a proposta de D. Vera tentadora, mas… Vamos esperar, orando! De repente o próximo a ligar pra ela do além seja o insigne Allan Kardec. Quem sabe ele nos explique um pouco sobre este novo fenômeno da mediunidade aliado aos meios de comunicação moderna.

Texto: Cesar de Souza  – WWW.EUESPIRITA.COM.BR

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